quinta-feira, 30 de junho de 2011

ATÉ QUANDO CANAPI SERÁ DESTAQUE NA IMPRENSA ALAGOANA COMO TERRA ONDE REINA O ABANDONO E SE FAZ FARRA COM O DINHEIRO PÚBLICO?

Desta vez o destaque refere-se aos altos valores que serão gastos com bandas de forró de baixa expressão musical nos dias 30 de Junho e 1º de Julho em comemoração as atrasadas festividades juninas do município.
Veja abaixo em negrito o referido destaque em meio ao conteúdo completo do artigo de autoria do jornalista Ricardo Mota do portal tudonahora.com.br divulgado no ultimo dia 28/06/2011.

 
Foi apenas o que todo mundo já sabe: as prefeituras de Matriz do Camaragibe e de São Luiz do Quitunde têm a mesma administração – a família Cavalcante do Norte. 


Só não precisava escancarar esta “anomalia”. 


O que aconteceu? Em duas publicações no Diário Oficial,  semana passada (dia 22), a prefeitura de São Luiz do Quitunde anunciou a compra de veículos e de combustíveis. 

Com um detalhe surpreendente: os dois editais estariam à disposição dos interessados na prefeitura de Matriz do Camaragibe. 

Os dois prefeitos, Cícero Cavalcante e Doda Cavalcante – de São Luiz e de Matriz, respectivamente – são marido e mulher.

Mas será que a união do casal pode, legalmente, chegar a este ponto?

Pelo sim, pelo não, uma nova publicação no D.O. corrigiu o ato falho. Os editais de licitação – marcada para seis de julho – estão, agora, na prefeitura de São Luiz do Quitunde (pelo menos oficialmente).

Gente rica…

Mas quem tem grana faz a festa. Caso, por exemplo, da prefeitura de Canapi, o rico município sertanejo.

Só nos dias 30 de junho e 1ºde julho vai gastar R$ 120 mil com os show de Galã do Brega e Expresso Forronejo. A conta vai para o rico Tesouro Municipal.
Quanto custou o São João?

Metas do MP 

Metas a cumprir agora, também, no Ministério Público Estadual de Alagoas. 

Os promotores criminais têm até o dia primeiro de julho para concluir todos os inquéritos de homicídios dolosos – com intenção de matar – ocorridos até 31 de dezembro de 2007.

A meta foi estabelecida pelo Conselho Nacional do MP em parceria com o Ministério da Justiça.

A chamada Estratégia Nacional de Justiça Segurança Pública estabelece, também, que os promotores devem provocar – formalmente – os magistrados para que seja feita (ou não) a pronúncia em todas as ações por crime de homicídio ajuizadas pelo MP até dezembro de 2008.

Apesar do feriadão de São João – que acaba na próxima segunda-feira, para MP e Justiça Estadual -, a Corregedoria-Geral do Ministério Público está recebendo o relatório de cada promotoria, com os respectivos números da meta, até o dia de hoje.

O corregedor Antiógenes Lira diz que o objetivo da ENASP é estimular a celeridade nos processos por homicídio em todo o Brasil. Mas já parte de uma dificuldade objetiva: a não realização do trabalho da Polícia Civil – são milhares de inquéritos ainda em aberto só em Maceió. Outros tantos sem nem ao menos terem começado.

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A Redação - 11/01/2017

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