quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Após nova denúncia do Blog Canapi Agora, professora tem salário corrigido e recebe valores descontados indevidamente pela prefeitura de Canapi.

Em nota enviada como direito de resposta, a prefeitura admitiu o desconto indevido, atacou o blog, porém, o que se arrastava por três meses consecutivos foi resolvido em menos de 24 horas.

DIREITO DE RESPOSTA
Prefeitura Municipal de Canapi

A Prefeitura de Canapi responde:

Após ter procurado a equipe técnica da Prefeitura no dia 30/10 para esclarecimentos sobre o motivo da redução no valor de R$ 190,57 de sua classe de “G” para “E” nos seus vencimentos a partir da competência Agosto/2019, a servidora foi informada de que seu processo teria sido despachado no sentido de atender à solicitação do requerimento apresentado. 

Contudo o valor da diferença dos meses de agosto e setembro não pôde ser incluído na folha de outubro, tendo em vista que ocasionaria atraso na Folha de Pagamento dos demais servidores da Educação, pois a referida folha já havia sido remetida ao banco para pagamento.

De pronto, a administração pública, ao tomar ciência do ato questionado, adotou as medidas cabíveis, no sentido de realizar no mês posterior ou nos dias subsequentes, a realização do pagamento e retificação do enquadramento, já que o seu direito não seria cerceado.
  
Porém, diante da atitude da servidora e a fim de sanar qualquer erro, já foi efetuado o pagamento devido à mesma, encerrando este fato isolado que, mais uma vez, se torna matéria tendenciosa no site.

A Prefeitura Municipal de Canapi está a disposição para os esclarecimentos devidos, sempre prezando pela legalidade e transparência, como tem sido a conduta adotada por todos os integrantes da gestão Vinícius Lima. 

Canapi, 06 de novembro de 2019.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Professora sai chorando da Prefeitura de Canapi após passar duas horas aguardando atendimento contra redução indevida no seu salário pelo terceiro mês consecutivo.


Pelo menos dois requerimentos protocolados sem resposta e holerites de pagamento comprovam o descaso. Educadora preferiu não se identificar.

Por: Redação
Créditos: Reprodução/Arquivo pessoal da servidora

Uma professora concursada da rede pública municipal de ensino que preferiu não ser identificada procurou a redação do blog Canapi Agora no último sábado (02) para denunciar o descaso com o qual a Prefeitura Municipal de Canapi tem tratado um problema ocorrido no valor do seu ordenado salarial detectado desde o mês de Agosto do corrente ano (2019).
Munida de uma vasta documentação que comprova uma redução salarial indevida para conforme o enquadramento na tabela atualizada de Julho/2019 do novo PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) da educação, a educadora vem requerendo desde Agosto/2019 a recomposição salarial do referido mês que foi descontada indevidamente, uma vez que a servidora possui especialização (Nível III) e é concursada desde 01/02/2000 cujo enquadramento no novo PCCR é na letra “G”, conforme comprovado no holerite do mês de Julho/2019, quando a servidora recebeu seu salário com valor correto R$: 3.319,84 (Três mil, trezentos e dezenove reais e oitenta e quatro centavos) pago ao professor com carga horária de 25h semanais.



O problema é que foi justamente no mês posterior (Agosto/2019), que ao conferir o extrato bancário à professora teve uma surpresa, seu salário havia sido reduzido em R$: 475,05 (quatrocentos e setenta e cinco reais e cinco centavos), isso porque a Prefeitura havia rejeitado o seu diploma de pós graduação e a rebaixado para o nível II do PCCR, considerando apenas (Licenciatura plena), mas que ainda sim o valor do salário sem a especialização segundo o novo PCCR seria de R$: 3.018,04 e não R$: 2.844,79 como foi erroneamente depositado na conta da servidora em Agosto/2019, conforme comprovado no holerite do referido mês em anexo. O problema é que a redução foi ainda maior, uma vez que a prefeitura errou duplamente, pois além de retirar o percentual da especialização, ainda rebaixou o tempo de serviço da servidora, da letra “G” para a letra “E” como se a educadora fosse efetiva do concurso de 2005 e não de 01/02/2000 quando comprovadamente tomou posse.

É claro que erros podem acontecer e para todo erro existe a possibilidade de correção, porém, o problema deste caso, começa a ser narrado agora, haja vista que dias depois da rejeição do diploma de pós-graduação da servidora e de outros professores, a Prefeitura Municipal mediante as várias denúncias deste blog sobre o ocorrido, resolveu voltar atrás e devolver os valores retirados, porém, esse valor “reembolsado” não consta no holerite do mês posterior (Setembro/2019) da educadora, além disso, o reenquadramento da letra “E” para a letra “G”, mesmo com o primeiro requerimento protocolado no dia 02 de Setembro /2019 solicitando a devida correção, não foi atendido. Todavia, é feito o pagamento do referido mês (Setembro/2019) e o percentual da especialização volta a ser pago, porém, a correção da letra por tempo de serviço permanece inalterada, somando agora, dois meses com salário abaixo do que a servidora faz jus conforme o novo PCCR, um desconto de pouco mais de R$: 190 reais mensais, o que pode parecer pouco, mas que representa muito no apertado orçamento de qualquer servidor público, ainda mais quando esse valor se estende por três meses, afinal de contas, o problema também não foi resolvido em Outubro/2019 quando um segundo requerimento foi protocolado no dia 09/10/2019, resultando numa perda salarial de R$: 570 reais, mais o percentual descontado da pós-graduação em Agosto/2019 que a prefeitura ainda não comprovou nos holerites de pagamento.




***Clique nas imagens para ampliar

Pensa que acabou? Como se já não bastasse todo o transtorno e andança da servidora atrás de requerimento e protocolo, ao que a educadora resolveu procurar alguém do RH ou mesmo do jurídico da prefeitura em busca de uma solução definitiva para o problema, se deparou com um “chá de cadeira” dado por uma mulher apresentada como responsável pela parte financeira da educação dentro da prefeitura, a qual antes de entrar numa sala e fechar a porta, pediu que a professora aguardasse no corredor que logo traria uma resposta, nisso, duas horas se passaram até que a educadora revoltada com tamanho desprezo e humilhação deixou a prefeitura chorando de indignação, e o pior, novamente sem qualquer solução ou previsão quanto à correção do seu salário que, diga-se de passagem, foi conquistado com muito esforço, compromisso e dedicação de quase 20 anos em sala de aula e não por favores politiqueiros de voto de cabresto.

sábado, 2 de novembro de 2019

Livro IndignAÇÃO do escritor canapiense Marcio Martins será lançado na 9ª Bienal Internacional do Livro em Alagoas na próxima quarta-feira (06).


Lançamento será no stand da AAL – Academia Alagoana de Letras.

Por: Central do Sertão com informações GazetaWeb

A 9ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas teve início nesta sexta-feira (01) e segue até o dia 10 deste corrente mês de Novembro.

Considerado um maior evento literário do estado é uma realização da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), por meio da Editora Universitária (Edufal), com o apoio da Prefeitura de Maceió que nesta edição preparou como palco da festa literária os prédios históricos, praças e a Rua Sá e Albuquerque, no bairro do Jaraguá, em Maceió. 

Com o tema "Livro Aberto - Literatura, Liberdade e Autonomia", a programação conta com palestras, painéis, mesas-redondas, performances, oficinas, seminários e shows. São mais de 100 atrações, além da tradicional feira de livros e lançamentos de livros de escritoras e escritores de Sergipe, Pernambuco, Bahia, Distrito Federal e de Alagoas, inclusive do interior, como do escritor Marcio Martins, da cidade de Canapi no alto sertão do estado, membro efetivo da ACALA – Academia Arapiraquense de Letras e Artes, que na próxima quarta-feira (06) estará lançando no stand da AAL – Academia Alagoana de Letras juntamente com outros acadêmicos da ACALA, seu livro de provocações filosóficas sobre religião e política intitulado IndignAÇÃO.

Com investimento de, aproximadamente, meio milhão de reais, todas as secretarias da Prefeitura estarão envolvidas na logística e no desenvolvimento da Bienal. A expectativa é que, durante os 10 dias da edição, mais de 250 mil pessoas passem pela Bienal, entre as quais são esperados mais de 06 mil alunos da rede municipal de ensino.

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