quarta-feira, 11 de abril de 2018

Servidores Municipais da Educação rejeitam proposta de reajuste salarial ofertada pelo prefeito Vinicius Mariano.



Categoria decidiu por apresentar uma contraproposta durante Assembléia realizada na tarde desta quarta-feira (11) na sede do SINDSCAN.

Por: Redação

Pelo menos 100 servidores municipais da educação, entre professores e profissionais do quadro administrativo se reuniram em Assembléia Geral convocada pelo SINDSCAN na tarde desta quarta-feira (11) para ouvir a proposta de reajuste formulada pela equipe de governo do prefeito Vinicius Mariano que desde que assumiu o comando do município tem deixado os servidores “a ver navios” sem qualquer reajuste salarial, ignorando completamente os reajustes do Piso Nacional dos Professores de 7,64% em 2017 e 6,81% este ano (2018).

A proposta da prefeitura que foi apresentada pelo economista Gilmar, foi de 8% pago em duas parcelas de 4%, a primeira no mês de Maio e a segunda em Agosto deste ano, sem retroativos a data base (Março). Isso para os professores, pois para os servidores do quadro administrativo a proposta foi ainda mais “insignificante”. Apenas 4% também em 02 parcelas e sem retroativo, o que fere uma Lei Municipal aprovada em 2013 que garantiu o mesmo percentual de reajuste dos professores ao quadro administrativo, uma espécie de “compensação” pela retirada da categoria do PCC – Plano de Cargos e Carreira da Educação ainda no início de mandato da gestão anterior.

Concluída a apresentação, os servidores se mostraram insatisfeitos, rejeitando a proposta e apresentando uma contraproposta de 10% podendo até ser dividido em duas parcelas nos meses sugeridos, porém, com retroativo à Março e por igualdade de direitos entre professores e quadro administrativo, 10% de reajuste para ambas as categorias.

Agora resta saber se o presidente do SINDSCAN irá cumprir com as decisões da Assembléia, levando a proposta ao gestor municipal e consequentemente, ingressando com ação no Ministério Público Estadual igualmente como havia sido decidido na última assembléia da categoria, mas que posteriormente foi ignorada e arquivada por aquele que deveria defender os servidores ao invés de fazer o papel de “advogado do governo”.


Concurso Público

Feita a contraproposta relacionada ao percentual de reajuste salarial proposto pela prefeitura, os servidores questionaram o presidente do SINDSCAN sobre o porquê do mesmo não ter acionado o MPE quanto à realização do certame, conforme decidido na última Assembléia, recebendo como resposta do presidente, que na oportunidade um ofício foi protocolado na prefeitura solicitando providências por parte do governo, medida essa, contrária a decisão soberana da assembléia e “estranhamente” ao histórico de ações judiciais impetradas pelo SINDSCAN em gestões anteriores.


Transparência Sindical

Outro questionamento da categoria foi a falta de transparência do próprio SINDSCAN que em mais de uma década de existência, ainda não possui um canal de informação, contato e prestação de contas para com seus filiados, porque de acordo com o presidente, ainda não foi possível devido a sua incapacidade técnica para com a criação destas tecnologias, logo; alguns servidores sugeriram a contratação de um técnico para construção de um portal ou site, afinal de contas, segundo os servidores, existe dinheiro suficiente das contribuições sindicais para estes e outros fins.

Para se ter uma ideia da necessidade deste portal ou site, os servidores filiados se quer sabem quanto o SINDSCAN recebe mensalmente das contribuições sindicais descontadas na folha de pagamento dos servidores pela Prefeitura Municipal e muito menos, se esse dinheiro tem sido repassado regularmente, como tem sido gasto e/ou investido.

E como se não bastasse a falta de transparência do SINDSCAN, seu presidente ainda é acusado por dezenas de servidores de “compactuar” com os desmandos do governo municipal para com a categoria, ao ponto inclusive de ouvir na cara durante a assembléia, que alguns servidores já se preparavam para pedir desfiliação e seu afastamento do cargo.

Canapi: Fim dos Lixões.


Por: Ascom/Canapi-AL
Crédito: Reprodução/Vídeo linkado em anexo

O Prefeito Vinícius Lima participou no dia de hoje (3) do ato que selou o encerramento dos chamados “Lixões” em oito municípios do alto Sertão, marcando oficialmente o fechamento definitivo dos lixões de Canapi, Mata Grande, Inhapi e Água Branca. Na sequência, serão encerrados os das cidades de Pariconha, Delmiro Gouveia, Olho d’Água do Casado e, por fim, Piranhas.
O evento fez parte da agenda proposta pelo Ministério Público do Estado de Alagoas, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (CAOP) e do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente do MPE/AL, cuja missão é oficializar o fechamento dos lixões em oito municípios sertanejos, o que já vem acontecendo gradativamente seguindo o acordo de não persecução penal proposto pelo Dr. Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, Procurador-Geral de Justiça de Alagoas. Em sua fala aos presentes, Dr. Alfredo Gaspar destacou que, em Canapi, há um jovem comprometido com a cidade e sua gente, referindo-se à atuação de Vinícius Lima à frente da gestão municipal.
O promotor de Canapi, Inhapi e Mata Grande, Fábio Bastos Nunes, acompanhou as atividades de encerramento, que contaram com a participação do Prefeito Vinícius Lima e dos Prefeitos de Delmiro Gouveia, Padre Eraldo, Mata Grande, Franklin Lou, do diretor do IMA, Gustavo Lopes e do Secretário Estadual de Recursos Hídricos, Alexandre Ayres.

Vinícius Lima destacou a importância do encerramento dos Lixões, afirmando que “nós, Prefeitos, estamos cumprindo o que determina a legislação ambiental. Encerrando os Lixões, a gente vai incentivar o descarte correto do lixo, oportunizando o surgimento de Cooperativas para o tratamento adequado, além de estarmos cuidando do meio ambiente e da saúde dos moradores, pois vamos manter o meio ambiente saudável e equilibrado, proporcionando mais saúde e bem-estar. Se vai ser bom para Canapi, a gente abraça a causa e vai trabalhar muito para que seja uma experiência exitosa para todos”, enfatizou.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Vereadores de Canapi recebem por hora trabalhada 1.160% a mais que a maioria dos servidores públicos do município.

R$: 5,96 (Cinco reais e noventa e seis centavos) esse é o valor da hora trabalhada de centenas de servidores, enquanto cada um dos 11 vereadores do município recebe R$: 750,00 (Setecentos e cinquenta reais).

Por: Redação

Quem já não ouviu dizer que para se eleger vereador em Canapi o candidato tem que desembolsar no mínimo 150 mil reais comprando votos? Porém, o grande X da questão é provar que se gasta esse dinheiro, afinal de contas, sem testemunho, fotos e filmagens até que se prove o contrário, todos os 11 vereadores que integram a Câmara Municipal de Canapi, chegaram ao poder de forma limpa e honesta. Ganharam por seus "serviços prestados", sua honestidade, caráter  e poder de convencimento.

Mas então, se não é para justificar o "investimento" de campanha, o que justifica que em uma das cidades mais pobres do estado e do Brasil, onde 70% da sua população depende do Bolsa Família segundo palavras do próprio prefeito, um vereador receba somente de salário, 6 mil reais por mês por apenas 2hs de trabalho por semana durante as sessões legislativas?

A coisa se torna ainda mais absurda quando o cálculo salarial dos vereadores é feito por horas trabalhadas em comparação com a maioria dos servidores do município, pois pasmem! Enquanto a hora trabalhada desses servidores municipais é de apenas R$: 5,96 (Cinco reais e noventa e seis centavos) divisão de um salário mínimo por 160hs mensais de trabalho, cada um dos 11 vereadores recebe 1.160% a mais que isso, mais precisamente R$: 750,00 por hora trabalhada decorrente de em média 2hs horas semanais de expediente no legislativo municipal, sempre das 10hs às 12hs todas as terças-feiras

E não para por ai, pois além do salário, cada vereador ainda tem direito a 4 mil reais mensais de verba indenizatória, totalizando um custo mensal de 10 mil reais pago pela população a cada vereador, muito embora, alguns vereadores neguem que recebem esse valor de 4 mil reais de verba indenizatória, mas sim 2.800,00, o que não muda em nada a imoralidade do beneficio para quem já recebe um salário incompatível com a realidade local, contudo, como o que tem valor legal é o que está posto em lei, o valor do aditivo é de fato 4 mil reais e do salário 6 mil, conforme consta no Portal da Transparência Municipal.

Leia na íntegra - FONTE: Portal da Transparência Municipal

Leia na íntegra - FONTE: Portal da Transparência Municipal

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