Inspirado
em diversos fatores acontecido nos últimos tempos dentro do sistema
educacional, venho através deste expor alguns contextos, onde os quais demonstram vários pontos negativos deste
sistema, ressalto que ainda existe uma mínima quantidade de fatores que se
mostram positivamente querendo mudança nesse sistema, no entanto, é essa
pequena massa que é tratada com total indiferença.
Pergunto:
como pode dentro da educação existir integrantes que usam muitas vezes de suas
habilidades para impor sobre os outros, algo que venha prejudicar o próprio sistema?
Ainda,
é inexplicável o uso da ciência da governação de um Estado ou nação, para que,
de forma arbitrária possam subestimar o conhecimento de tal indivíduo?
Vejo
uma “alienação” por parte desses que usam as hierarquias para determinados
fins, é fato lamentável.
Encontramos
na educação, talvez os piores locais de trabalho, a desunião do próprio corpo
que compõe, transformando então, em uma verdadeira disputa de espaço, onde
poderiam se unir para melhores condições de trabalho, salários justos e
materiais didáticos que possam subsidiar o dia a dia dos mesmos. Percebe-se que
a educação está em um período de declínio, estar se fragmentando, no entanto,
não existe uma prioridade específica não está nos primeiros tapetes vermelho
para ser discutidas, existe uma mitologia enorme, como na religião existem seus
seguidores e muitas vezes não busca saber nem o significado de seu pensamento,
também vejo o exemplo parecido no sistema educacional. Exemplifico a educação
como uma religião onde o pastor ou padre dizem seus pensamentos e os fieis (PROFESSORES), nem se quer contesta,
mas os seguem de olhos vedados e muitas vezes conhecem a realidade destes
pensamentos, mas se mantém no silêncio como se o que ouvisse fosse uma
filosofia verdadeira, ainda, a cada mudança na estrutura política de uma
federação impactos são visíveis, muitas vezes regride todo um processo que
estava em andamento.
Cada
filosofia de um governo acaba na hora que seu mando desaba, por tanto, se
inicia uma nova linha de pensamento e muitas vezes os que não seguem essa linha
são triturados literalmente e jogados pelo ralo, não existe uma avaliação da
quilo que o educador ou indivíduo faz ou deixa de fazer, os transtornos
acontece seguidamente para aqueles que não compactua com determinada situação,
é um “exilo”, onde quem poderia
formar opiniões muitas vezes se mantem neutros para não sofrer nenhuma
represaria. Se viajarmos um pouco no tempo, vamos ver que a luta por uma
educação de qualidade inicia-se nos anos 30, precisamente nos anos 1934 e 1935
no governo Getúlio, na época se lutavam por uma escola pública, laica de
qualidade e voltadas para todos e uma educação para
criação de conteúdos interiores capazes de interpretar o mundo e para fazê-lo, o
incrível nisto, é que várias atitudes não mudaram, hoje o educador que
revoluciona e luta por seus direitos e uma educação que possaelevar o
conhecimento intelectual das pessoas, imediatamente esse educador é perseguido
e muitas vezes exilado de determinada região. O crescimento intelectual e a
formação de opinião estão nas mãos do educador basta ele usar de forma correta,
finalizo deixando uma frase de um grande escritor do alto sertão baiano...
”A EDUCAÇÃO AINDA NÃO
É PRIVILÉGIO”
(Anísio Teixeira)
Luiz
Vieira/Professor/ Pedagogo/Psicopedagogo
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