segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Ministério Público e CMDCA recebem pedido de anulação das eleições para conselheiro tutelar em Canapi.


Espaço inapropriado para votação, diferença superior a 50 votos na contagem de uma das urnas, falta da confirmação das assinaturas de parte do eleitorado e o sumiço do caderno de votação de uma das urnas, foram às principais irregularidades representadas.

Por: Redação
Crédito: Reprodução

As eleições unificadas para conselheiro tutelar em Canapi ainda está dando o que falar, tanto é, que no último dia 10/10 três dos sete candidatos não eleitos no pleito do dia 06 de Outubro protocolaram junto ao Ministério Público na comarca de Mata Grande, um pedido de anulação das eleições unificadas, pelos seguintes motivos expostos a seguir:
  • Falta de organização e espaço para atender a quantidade do eleitorado;
  • O sumiço do caderno de votação da 3ª urna;
  • Diferença de 53 votos da 3ª urna;
  • A falta de assinatura de alguns eleitores no caderno de votação de todas as urnas;

O transporte de eleitores também foi alvo de denúncias, haja vista que de acordo com os denunciantes, os veículos previamente cadastrados por todos os candidatos, não foram credenciados pelos CMDCA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Além do MP os denunciantes também protocolaram o pedido de anulação junto ao CMDCA nesta segunda-feira (14). Não há prazo para manifestação do MP, contudo, em meio às robustas provas de irregularidades identificadas no processo de escolha dos novos conselheiros tutelares, é grande a possibilidade da realização de uma nova eleição.





domingo, 13 de outubro de 2019

Prefeitura não reconhece o já consagrado popularmente Hino de Canapi e autor proíbe sua execução.

Compositor gravou um vídeo explicando o porquê da decisão. Canapi permanece sem Hino Municipal. Confira!
Hélio Livino 
(Cantor & Compositor)

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Comunidade escolar em Canapi diz SIM ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares do Governo Federal.


Por ampla maioria de votos, as escolas municipais Tancredo Neves e João Vieira Maciel votaram pela adesão ao programa, se tornando aptas a participar da seleção do MEC que irá implantar o novo modelo de ensino-aprendizagem em duas escolas por estado.

Por: Redação

Terminou hoje o prazo para os municípios interessados em aderir ao Programa das Escolas Cívico-Militares lançado pelo Governo Federal através do Ministério da Educação (MEC) que pretende implantar em 2020, 54 escolas cívico-militares num total de 216 até 2023, que se somarão a outras 203 escolas cívico-militares já existentes no país.

Nesta perspectiva, a Secretaria Municipal de Educação que já havia aderido ao programa, realizou nesta sexta-feira (11), audiências públicas com a comunidade escolar nas escolas Tancredo Neves e João Vieira Maciel, onde na ocasião, pais, professores, funcionários das referidas escolas e seus alunos maiores de 16 anos além de conhecer as diretrizes do programa foram convidados a votar SIM ou NÃO pela adesão ao programa. E o resultado foi de vitória avassaladora pela adesão ao programa, em especial, na Escola Municipal Tancredo de Almeida Neves onde foram contabilizados 419 votos válidos, sendo 393 votos SIM e apenas 26 votos NÃO, com nenhum voto branco ou nulo. Já na Escola Municipal João Vieira Maciel foram 105 votos SIM e 63 votos NÃO.

O que é o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares?

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. A proposta é implantar 216 Escolas Cívico-Militares em todo o país, até 2023, sendo 54 por ano.     
    
O modelo a ser implementado pelo Ministério da Educação tem o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas e se baseia no alto nível dos colégios militares do Exército, das Polícias e dos Corpos de Bombeiros Militares.

Os militares atuarão no apoio à gestão escolar e à gestão educacional, enquanto professores e demais profissionais da educação continuarão responsáveis pelo trabalho didático-pedagógico.

Participarão da iniciativa militares da reserva das Forças Armadas, que serão chamados pelo Ministério da Defesa. Policiais e Bombeiros militares poderão atuar, caso seja assim definido pelos governos estaduais e do Distrito Federal.

Como será feita a seleção pelo MEC após a adesão dos municípios?

A seleção do MEC levará em conta a possibilidade de mobilização, em primeiro lugar, de profissionais da reserva das Forças Armadas na cidade. Caso não haja efetivo de Exército, Força Aérea e Marinha no município, a opção são membros das corporações estaduais, ou seja, policiais e bombeiros militares.

Vale lembrar que o modelo é destinado a escolas públicas. Alguns pré-requisitos são importantes e garantem a preferência na seleção:

·         Escolas que ofertem os anos finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e que tenham, preferencialmente, efetivo de 500 a 1.000 alunos;

·         Unidades com estudantes em situação de vulnerabilidade social e Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) abaixo da média do estado;

·         Escolas que possuam aprovação da comunidade escolar para implantação do modelo.

Áreas de atuação – O modelo de excelência das escolas cívico-militares abrange as áreas didático-pedagógica, com atividades que visam melhorar o processo de ensino-aprendizagem, mas preservando as atribuições exclusivas dos docentes; a educacional, fortalecendo valores humanos, éticos e morais; e a administrativa, aprimorando a infraestrutura e a organização da escola.

Os militares destacados para as escolas cívico-militares vão atuar nas três áreas, sem tomar os lugares dos professores nas salas de aula. Todas as atribuições dos profissionais da educação previstas na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) serão preservados.

Orçamento – O objetivo do MEC é estabelecer novas 216 escolas cívico-militares em todo o país até 2023 – a iniciativa piloto, em 2020, contemplará 54. Antes do lançamento do modelo do governo federal, o Brasil já contava com 203 escolas cívico-militares, nunca antes padronizadas.

Para 2020, o orçamento do programa é de R$ 54 milhões, ou seja, R$ 1 milhão por escola. O dinheiro será investido no pagamento de pessoal em umas instituições e na melhoria de infraestrutura, compra de material escolar, reformas, entre outras pequenas intervenções.

As escolas em que haverá pagamento de pessoal serão aquelas em que haverá parceria entre o MEC e o Ministério da Defesa, que contratará militares da reserva das Forças Armadas para trabalhar nas escolas. A duração mínima do serviço é de dois anos, prorrogável por até dez, podendo ser cancelado a qualquer tempo. Os profissionais vão receber 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar.

Os estados poderão ainda destinar policiais e bombeiros militares para apoiar a administração das escolas. Nesse caso, o MEC repassará a verba ao governo, que, em contrapartida, investirá na infraestrutura das unidades, com materiais escolares e pequenas reformas.

TANCREDO NEVES










JOÃO VIEIRA MACIEL







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